UNICEF promove projetos blockchains para colocá-los a serviço das crianças

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(Foto:UNICEF/OFICIAL)

Desde 2015, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) vem explorando maneiras de alavancar blockchains para apoiar seus esforços humanitários globais e acelerar resultados para crianças.

Por isso, o Fundo de Inovação da Agência concedeu financiamento a seis empresas que atuam na área, três delas na América Latina . Entre as empresas da região está a Prescrypto, que desenvolveu um serviço de prescrição eletrônica no México.

O objetivo do Fundo das Nações Unidas é investir em todos os tipos de tecnologias de código aberto, para colocá-las em benefício das crianças, de acordo com Christopher Fabian, co-diretor da seção de inovação da UNICEF, que destacou as razões pelas quais a agência A International está interessada em blockchain.

Fabian disse que o UNICEF está na fase de descobrir as maneiras pelas quais as tecnologias de cadeias de blocos podem ser usadas para criar um mundo melhor. “Esse é exatamente o estágio em que o Fundo de Inovação investe: nosso financiamento, suporte técnico e nosso foco estão em como as populações vulneráveis ​​podem ajudar a tecnologia a crescer e amadurecer da maneira mais justa e equitativa possível”, disse ele.

Para aprender em profundidade como a startup latino-americana Prescrypto está trabalhando na idéia de melhorar o mundo, a CriptoNoticias entrou em contato com Everardo Barojas, co-fundador e diretor da empresa, que explica a principal razão pela qual, o projeto blockchain que ele representa, é ganhou o apoio da UNICEF.

“O Prescrypto é atraente para o blockchain vertical do Fundo de Inovação da UNICEF porque é uma tecnologia de código aberto através da qual transitam dados muito sensíveis. Tem um alto impacto nas populações vulneráveis. Portanto, se você é uma organização preocupada com os setores mais oprimidos, não deseja que um canal de comunicação como a prescrição eletrônica seja dominado, por exemplo, pela indústria farmacêutica que em lugares como a África tem um histórico de agir contra o benefício social. Portanto, em mãos erradas, essa tecnologia poderia ser usada para fortalecer interesses econômicos, deixando de lado as necessidades dos pacientes.”

Everardo Barojas, CEO da Prescrypto