Dificuldade na mineração do bitcoin cresce drasticamente

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Os mineradores de Bitcoin parecem ainda mais otimistas com a criptomoeda que entra no último trimestre do ano, com dificuldade no ritmo de crescer 60% no terceiro trimestre de 2019. 

Segundo o analista Kevin Rooke, a dificuldade de mineração de bitcoin vem crescendo em média 42% por trimestre nos últimos três anos. No entanto, o trimestre atual está se transformando em uma anomalia. Rooke projeta que a taxa de hash do BTC aumentará mais de 60% até o final do terceiro trimestre de 2019.

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A dificuldade de mineração tem sido usada historicamente como uma indicação da quantidade de recursos de computação que estão sendo colocados para garantir a rede do bitcoin. Além de facilitar as transações no blockchain, o hashrate também fornece um vislumbre da competição entre os mineradores para receber recompensas em bloco na forma de BTC recém-cunhado. Também pode ser usado como proxy para o crescimento e descentralização da rede.

À medida que a dificuldade aumenta, também aumenta a concorrência pelo BTC, que levou alguns analistas a usar o hashrate como um indicador de alta. As mineradoras são forçadas a comprometer mais recursos com a rede, o que aumenta o preço pelo qual estão dispostas a vender o BTC recém-cunhado, em vez de lançá-lo no mercado. 

Em agosto, o touro bitcoin Max Keiser previu que o aumento meteórico na dificuldade da rede levaria a um aumento no preço do BTC. Mais recentemente, o analista de criptografia PlanB calculou o preço do BTC atingindo US$ 31 mil até 2021 com base na dificuldade de mineração.